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Verdades e mentiras sobre o ‘spinner’, o brinquedo que está distraindo seu filho na classe
05/06/2017
Custa uns 8 reais, é vendido em qualquer loja de bairro de chineses e um grande número de estudantes entre 7 e 14 anos tem um nas mãos neste momento. Há algumas semanas ninguém sabia o que era um fidget spinner. Hoje, pais, professores e especialistas convivem com esse brinquedo ao qual são atribuídas, não sem certa polêmica, propriedades terapêuticas e antiestresse.
O invento não poderia ser mais simples. Trata-se de um troço de plástico (o mais comum, mas há de outros materiais) que pode ficar girando nos dedos entre 2 e 4 minutos, dependendo da energia com a qual for impulsionado. O básico, de três pontas, é o mais vendido, embora também haja designs com duas ou cinco pontas. Há modelos coloridos e estampados, alguns até se iluminam. Trata-se, definitivamente, de uma espécie de pião moderno.
Ainda há muito desconhecimento em torno dos spinners. Por isso, o EL PAÍS se propôs a analisar os aspectos cruciais de seu sucesso, ajudados por especialistas que esclarecem o que há de verdade em tudo o que se conta sobre esse brinquedo.

Mentira: é terapêutico

"No momento, vender um spinner como um remédio para transtornos de déficit de atenção é uma fraude. É preciso pesquisar muito mais. É muito preocupante a tendência da sociedade de vender qualquer coisa como terapêutica sem evidências científicas”, argumenta a psiquiatra infantil Beatriz Martinez.
O spinner é vendido como brinquedo terapêutico para crianças com déficit de atenção e até como um apetrecho antiestresse para adultos. No entanto, os especialistas com os quais conversamos não acreditam na sua capacidade reabilitadora. “Conseguir fazer com que uma criança com déficit de atenção se concentre em algo que se move é simples, mas não produtivo porque não tem repercussão no longo prazo. O spinner não regula o sistema atencional, que é o que realmente se precisa trabalhar nesses casos”, argumenta Álvaro Bilbao, neuropsicólogo e autor do livro El Cérebro del Niño Explicado a los Padres (O Cérebro da Criança Explicado aos Pais).
Segundo o especialista, o que realmente funciona é trabalhar o autocontrole, os limites e as normas. “A conquista é conseguir que a criança se concentre sozinha, sem ajuda de um dispositivo hipnótico. Uma boa forma de incentivar isso em um caso de déficit de atenção é estimulá-la para que aguente o máximo possível tranquila e concentrada, fazendo a lição de casa, por exemplo, sem a ajuda de nenhum impulso externo, e que vá superando sua marca pessoal.”
"É preciso enviar mensagens realistas aos pais e não vender remédios milagrosos que não existem. Eu não os compraria para meus filhos. Mas também não quero causar alarme: um spinner é totalmente inócuo”, afirma o neuropsicólogo.

Verdade: é o brinquedo do momento

Os spinners podem ser comprados em qualquer lojinha de bairro e em grandes lojas de departamentos, onde começam a se esgotar. Em plataformas de venda online, como Amazon ou AliExpress, o aumento das vendas desse brinquedo é espetacular.  “Somente na primeira semana de maio as vendas de spinners na Espanha se multiplicaram por quatro em relação ao mês de fevereiro.”, informam na Amazon Espanha.
Mas, a que se deve tanto furor? O neuropsicólogo Álvaro Bilbao arranjou um para tentar entender o fenômeno: “Acho que é divertido porque não para de se mexer e o barulho que faz é bastante hipnótico. No final você fica preocupado em ver quando vai parar de girar”.

Verdade: é viciante porque é simples

Laura, uma estudante de 13 anos, conta que há um mês todos os seus colegas na escola têm o dispositivo, apesar de não ser permitido brincar com os spinners durante a aula: “Só podemos usá-los no recreio. É divertido porque é muito fácil de usar. Todo mundo pode fazer com que se mexam. Girar o spinner relaxa”.
Miguel Ángel, pai de uma menina de 7 anos, decidiu testar o brinquedo que a maioria dos colegas da filha leva para a sala de aula, incluindo ela. Esta é sua conclusão: “Não me parece que tenha nada de especial, simplesmente é uma coisa que gira. Lembra um pouco o ioiô, que a única coisa que fazia era subir e descer. Talvez essa simplicidade seja o que o torna viciante. Dominá-lo requer pequenos desafios que se vai superando sem problema. Primeiro você pensa: serei capaz de fazê-lo girar sem que caia? E quando você constata que é a coisa mais fácil do mundo, experimenta fazer com cada dedo da mão. E por último, com o nariz”.

Mentira: não desconcentra as crianças na classe

"Tive que confiscar vários na sala de aula. As crianças os usam enquanto você está explicando a lição e estão mais preocupadas em ver quanto tempo o spinner aguenta em movimento do que o que você está lhes dizendo”, explica Marta Lozano, professora de um colégio de Madri. Essa escola não é a única em que esses pequenos brinquedos proliferam. “Em minha classe todos temos um. Se o pegamos enquanto estamos na aula, a professora nos toma”, conta María, aluna do primeiro ano do fundamental.
Perguntar-se por que entusiasma tanto os mais jovens é inevitável. A resposta que uma menina de 7 anos pode dar a essa pergunta também é: “Porque sim. Porque é muito legal. Porque gira”, pondera María.

Verdade: foi criado por uma mulher que não ganhou um centavo

Catherine Hettinger (62 anos, Flórida) criou o fidget spinner em 1993 com a única finalidade de interagir com sua filha Sarah. Hettinger sofre de miastenia (doença que afeta os músculos e provoca fadiga) e essa era uma das poucas maneiras que tinha de brincar com Sarah. Em 2005, a patente caducou e não pôde pagar o equivalente a 1.300 reais que custava a renovação. Quase 25 anos depois de o inventar, todos os dias são vendidos milhares deles e ela não recebe nem um centavo dos lucros que seus spinners geram. No entanto, Hettinger, que agora poderia ser milionária, não vive torturada por sua má sorte. “Pelo contrário. Estou muito emocionada por ver que algo que criei tem tanto sucesso. Minha principal motivação nunca foi ganhar dinheiro com os spinners”, declarou a norte-americana a The Guardian.

Mentira: há estudos que endossam sua eficácia

Muitos dos sites que o colocam à venda anunciam o spinner como um dispositivo “perfeito para a ansiedade, a concentração, o déficit de atenção, o autismo, a hiperatividade, o estresse ou até mesmo para perder maus hábitos”. Descrição que os especialistas que consultamos não consideram digna de crédito.
"Para poder considerar um produto como terapêutico é preciso de quatro a cinco anos de investigação prévia. Por ora, não há nenhum estudo ou informe que endosse as propriedades curativas que alguns atribuem aos spinners”, diz Álvaro Bilbao. Opinião também compartilhada pela psicóloga especializada em infância e adolescência Cristina García Van Nood: "Eu o vi pela primeira vez há um mês: agora muitos de meus pacientes têm, por isso me informei. Não há nenhum estudo científico que certifique sua eficácia como tratamento terapêutico. E pelo que tenho visto em consulta, é bem o contrário. As crianças não respondem enquanto estão brincando com eles e tenho de lhes pedir que o guardem quando estão em consulta. É totalmente contraproducente.”

Verdade: algumas escolas dos EUA o proíbem

A febre spinner començou há apena algumas semanas. Nos Estados Unidos, porém, começou no início do ano e já preocupa os educadores. São várias as escolas que proibiram seus alunos de entrar na sala de aula com esses aparelhinhos. Não é suficiente guardá-los no estojo e pegá-los durante o recreio. “As crianças na sala de aula não tiravam os olhos de seu spinner ou do spinner do colega, por isso decidimos que o melhor era proibi-los”, confessa Meredith Daly, professora de uma escola pública do Arizona.
A professora madrilenha Marta Lozano não vê inconveniente em que seus alunos brinquem com eles no recreio, desde que respeitem as normas dentro da sala de aula: “É um entretenimento inofensivo. Até eu brinco às vezes com os spinners de meus alunos no pátio. Acho que o realmente importante é pôr limites durante as horas da aula. Porque hoje são os spinners, mas amanhã será outro brinquedo novo que trouxerem, e precisam entender que não podem brincar enquanto explicamos a matéria”.

Verdade: pode ser comprado por apenas oito reais

Aparentemente, conseguir um spinner é uma tarefa bastante simples. Se quiser arranjar um pessoalmente, é provável que o encontre no bazar de chineses de seu bairro ou em uma das grandes lojas de departamentos a partir de oito reais. Se você se sente mais confortável com as compras online, na Amazon há mais de 2.000 modelos disponíveis. O mais popular é o estampado de camuflagem, que custa 27,5 reais. Na página do AliExpress também há uma grande variedade.
Categoria: Novidades

Autor: SARA NAVAS
Fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2017/05/31/cultura/1496242071_981578.html?id_externo_rsoc=FB_BR_CM

  
Instituto Bem Querer recebe a visita de 120 estudantes
30/05/2017
Alunos participaram de atividades culturais e fizeram doação de fraldas para mães adolescentes atendidas pela instituição
Cerca de 120 estudantes da Escola Integrada Educativa realizaram, nesta terça-feira, 30, uma visita ao Instituto Social e Educacional Bem Querer, entidade de Sumaré que atende aproximadamente 500 pessoas por ano. Os alunos conheceram um pouco das atividades desenvolvidas nas duas unidades localizadas no Vila Valle, doaram fraldas às mães adolescentes assistidas pela instituição e participaram de atividades culturais.
Um dos projetos desenvolvidos na entidade é o “Mamãe Bem Quer”.  Por meio desta iniciativa, meninas grávidas ou com filhos recebem apoio psicológico e todo o aparato de uma equipe multidisciplinar preparada para atender a estas adolescentes. Enquanto fortalecem a relação com o filho, as jovens têm a oportunidade de participar de diversas oficinas - culinária, costura e manicure, entre outras. Larissa Pinheiro, assistente social do projeto, explica que tudo o que é produzido pelas mães fica com elas. “Nas oficinas de costura, por exemplo, elas podem fazer roupas para seus próprios bebês”, conta.
Maria Eduarda Rossignol Nogueira, 18 anos, é uma das jovens atendidas pelo projeto. Ela chegou na instituição aos 17 anos, quando estava grávida de Samuel, hoje com 8 meses. “Minha ficha só caiu quando meu filho tinha 5 meses. Até então, eu ainda não tinha me dando conta do que é ter um filho”, diz. “A instituição me ajudou a ter a responsabilidade necessária para criar uma criança”, completa.
Durante a visita, os alunos puderam conhecer a realidade de histórias como a de Maria Eduarda e de outras meninas que se tornaram mães ainda muito jovens, aos 14, 15 anos. Para as alunas Mariana Ferrari Conte, 15 anos, Beatriz Grota Moraes, 15 anos, e Anna Beatriz Giaconi, 14 anos, chamou a atenção a forma como as mães lidam com esta nova realidade.
“Este encontro está sendo muito importante porque é um choque de realidade. Os estudantes estão conhecendo todo o impacto de uma gestação na adolescência”, comenta Ednalva Correia, professora e coordenadora do projeto Educativa Solidária, iniciativa que tem aproximado os estudantes de diversos projetos sociais realizados na região. Além de incentivar a solidariedade, o projeto proporciona uma vivência e um aprendizado sobre as diferentes condições de vida.
 
 
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Exemplo: estudantes doam 420 ovos de Páscoa para a Apae de Sumaré
12/04/2017
Alunos promoveram um dia de festa com diversas atividades artísticas e esportivas
Pelo segundo ano consecutivo, estudantes do Ensino Médio da Escola Integrada Educativa garantiram a alegria dos alunos atendidos pela Apae de Sumaré com a doação de 420 ovos Páscoa. A entrega foi realizada nesta quarta-feira.
Além da doação dos chocolates, os estudantes promoveram uma série de atividades artísticas e culturais. Todos brincaram e curtiram juntos. Um verdadeiro exemplo de interação. “Apesar da limitação, nossas crianças têm as mesmas necessidades dos outros. Atividades como estas são importantes porque trazem alegria e promovem a aproximação de realidades diferentes”, comentou a diretora da Apae, Sueli da Silva Chiarinelli.
A iniciativa faz parte do projeto Educativa Solidária, criado ao passado com o objetivo de estimular a solidariedade entre os estudantes. Ao longo do ano, os alunos do Ensino Médio visitam diferentes entidades. Levam donativos, mas principalmente carinho e atenção.
O projeto está dando tão certo que até ex-alunos continuam participando das ações. Nesta visita à Apae, cinco alunos que já concluíram o Ensino Médio voltaram apenas para colaborar com as atividades. É o caso da estudante Gabriela Rosalen, 18 anos. “O projeto Educativa Solidária foi a melhor experiência que aconteceu na minha vida. Aprendi muito, passei as ver as coisas de uma forma diferente”, conta. “Não sabia que podia fazer alguém feliz com tão pouco. Por isto, sempre que posso participo das visitas”, comentou.
Para Ednalva Correia, professora e coordenadora do projeto Educativa Solidária, o envolvimento cada vez maior dos alunos com as ações solidárias mostra que a iniciativa está no caminho certo.
 
 
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Solidariedade: estudantes trocam sala de aula por visita a asilo e emocionam idosos de Sumaré
31/03/2017
Solidariedade: estudantes trocam sala de aula por visita a asilo e emocionam idosos de Sumaré
 
Além de muito carinho e atenção, alunos também levaram doações e presentes.
 
Os 25 idosos atendidos pela Casa de Apoio Caluz, em Sumaré, tiveram uma manhã especial nesta sexta-feira, 31, quando receberam a visita dos estudantes do terceiro ano do Ensino Médio da Escola Integrada Educativa. Os alunos levaram produtos de higiene e itens de limpeza arrecadados entre as turmas do Ensino Infantil. Também levaram presentes doados pelos professores e, principalmente, muito carinho e atenção. “Todos aqui são extremamente carentes. Alguns nunca recebem visitas. Ações como esta fazem muito bem a eles”, comentou Lucia Franco, fundadora da entidade.
Paulo Bento de Oliveira, 69 anos, é o idoso mais antigo na instituição. Sem família, foi criado em um orfanato e depois passou a viver nas ruas. Há dez anos, Paulo mora no Caluz. Nunca recebeu uma visita durante todos estes anos. Mas ontem a rotina foi diferente e ele aproveitou bastante o carinho dos alunos voluntários.
Durante toda a manhã, os estudantes realizaram atividades juntos com os idosos. As alunas assumiram o papel de manicure e fizeram as unhas das senhoras. O cabeleireiro Alex Oliveira participou da iniciativa e cortou, voluntariamente, o cabelo dos idosos. Além de mudar o visual e fazer as unhas, Maria Isabel Serrano, 94 anos, aproveitou para conversar muito com os adolescentes. “Eu gosto de conversar, gosto da alegria dos jovens. Eles deveriam vir aqui todos os dias”, disse Isabel empolgada.
A visita à entidade faz parte do projeto Educativa Solidária. Através de ações realizadas durante todo o ano, a iniciativa estimula a prática da solidariedade entre os estudantes. Vitoria Vizcaino e Julia Oliveira estão entre as alunas que participam do projeto desde o ano passado. “Em cada visita nós aprendemos algo diferente. Aqui, por exemplo, me surpreendi com a alegria da dona Isabel”, contou Vitoria.
A professora Ednalva Correia, coordenadora do Educativa Solidária, afirma que os alunos estão cada vez mais engajados com o projeto. “Acreditamos nestes alunos como adultos. São jovens cidadãos cada vez mais comprometidos em ajudar o próximo”, comenta.
 
 
 
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Autor: Ivone Moreira

  
Educação: lição de casa se rende à tecnologia e a tarefa agora é digital
28/03/2017

 
Plataforma implantada na Escola Integrada Educativa permite que estudantes façam exercícios usando apenas computador, celular ou tablet
 
A tarefa de casa agora é digital. Sem papel ou caderno. O aluno faz tudo no computador, on-line, em qualquer hora ou local. Os livros e apostilas continuam sendo usados para consultas, mas a lição é toda feita no computador, celular ou tablet. E chega ao professor pela internet.
Esta é a realidade dos nossos estudantes do Ensino Fundamental 2 (6º, 7º, 8º e 9º anos) e Ensino Médio. A tarefa digital, que está sendo implantada neste ano, chega para integrar ainda mais o universo escolar com o mundo digital. “Esta é uma geração antenada com a tecnologia. A inovação na maneira de fazer a lição de casa é uma forma de estimular ainda mais os alunos” comenta Valéria Frezzarin Faé, diretora da Educativa.
A mudança já apresenta resultados. O coordenador pedagógico Éber Alves afirma que os alunos estão mais empenhados com as tarefas de casa. “Percebemos que eles estão ficando mais tempo na escola para estudar. Estão se dedicando mais às tarefas de casa”, comenta.
A Escola Integrada Educativa montou uma sala de estudos com computadores ligados à internet. O espaço pode ser usado por todos os alunos, principalmente os que têm dificuldade de acesso à internet em casa. “No período oposto ao das aulas, o aluno pode usar a sala de estudos para fazer as tarefas e se preparar para as provas”, explica Éber. Na sala de estudos, um professor fica à disposição dos alunos para sanar dúvidas.
 
Benefícios
A tarefa digital tem uma série de vantagens. O aluno tem a resposta do exercício assim que termina. Se estiver errado, ele tem a chance de refazer. E se a dificuldade for de boa parte da classe, por exemplo, o professor é informado via plataforma. Com isto, ele pode repassar o conteúdo e eliminar as dúvidas.
 “O próprio sistema aponta as dificuldades encontradas pelos alunos, que nem sempre tiram todas as dúvidas com o professor. Mas pelo sistema o professor é informado automaticamente”, exemplifica Valéria. Além disto, o professor consegue acompanhar o tempo que o aluno se dedicou à tarefa e quantas vezes tentou resolver determinado exercício.
Através da plataforma, o estudante pode consultar diversos conteúdos, como mapas, pesquisas, artigos ou até mesmo materiais selecionados pelo professor. Os alunos do 3º ano do Ensino Médio também têm acesso a mais de 100 mil questões de vestibulares.
Aluno do 1º Ano do Ensino Médio, Felipe Mitsunori Uehara, 14 anos, aprovou a mudança. Ele diz que com a tarefa digital é possível avaliar melhor seu desempenho na escola. Para ele, outra vantagem é a flexibilidade. “Eu costumo ir para São Paulo nos finais de semana. Agora, dá para aproveitar e fazer a tarefa durante a viagem”, diz.
 
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