Escola Integrada Educativa - Noticias - Novidades
Notícias
Instituto Bem Querer recebe a visita de 120 estudantes
30/05/2017
Alunos participaram de atividades culturais e fizeram doação de fraldas para mães adolescentes atendidas pela instituição
Cerca de 120 estudantes da Escola Integrada Educativa realizaram, nesta terça-feira, 30, uma visita ao Instituto Social e Educacional Bem Querer, entidade de Sumaré que atende aproximadamente 500 pessoas por ano. Os alunos conheceram um pouco das atividades desenvolvidas nas duas unidades localizadas no Vila Valle, doaram fraldas às mães adolescentes assistidas pela instituição e participaram de atividades culturais.
Um dos projetos desenvolvidos na entidade é o “Mamãe Bem Quer”.  Por meio desta iniciativa, meninas grávidas ou com filhos recebem apoio psicológico e todo o aparato de uma equipe multidisciplinar preparada para atender a estas adolescentes. Enquanto fortalecem a relação com o filho, as jovens têm a oportunidade de participar de diversas oficinas - culinária, costura e manicure, entre outras. Larissa Pinheiro, assistente social do projeto, explica que tudo o que é produzido pelas mães fica com elas. “Nas oficinas de costura, por exemplo, elas podem fazer roupas para seus próprios bebês”, conta.
Maria Eduarda Rossignol Nogueira, 18 anos, é uma das jovens atendidas pelo projeto. Ela chegou na instituição aos 17 anos, quando estava grávida de Samuel, hoje com 8 meses. “Minha ficha só caiu quando meu filho tinha 5 meses. Até então, eu ainda não tinha me dando conta do que é ter um filho”, diz. “A instituição me ajudou a ter a responsabilidade necessária para criar uma criança”, completa.
Durante a visita, os alunos puderam conhecer a realidade de histórias como a de Maria Eduarda e de outras meninas que se tornaram mães ainda muito jovens, aos 14, 15 anos. Para as alunas Mariana Ferrari Conte, 15 anos, Beatriz Grota Moraes, 15 anos, e Anna Beatriz Giaconi, 14 anos, chamou a atenção a forma como as mães lidam com esta nova realidade.
“Este encontro está sendo muito importante porque é um choque de realidade. Os estudantes estão conhecendo todo o impacto de uma gestação na adolescência”, comenta Ednalva Correia, professora e coordenadora do projeto Educativa Solidária, iniciativa que tem aproximado os estudantes de diversos projetos sociais realizados na região. Além de incentivar a solidariedade, o projeto proporciona uma vivência e um aprendizado sobre as diferentes condições de vida.
 
 
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Exemplo: estudantes doam 420 ovos de Páscoa para a Apae de Sumaré
12/04/2017
Alunos promoveram um dia de festa com diversas atividades artísticas e esportivas
Pelo segundo ano consecutivo, estudantes do Ensino Médio da Escola Integrada Educativa garantiram a alegria dos alunos atendidos pela Apae de Sumaré com a doação de 420 ovos Páscoa. A entrega foi realizada nesta quarta-feira.
Além da doação dos chocolates, os estudantes promoveram uma série de atividades artísticas e culturais. Todos brincaram e curtiram juntos. Um verdadeiro exemplo de interação. “Apesar da limitação, nossas crianças têm as mesmas necessidades dos outros. Atividades como estas são importantes porque trazem alegria e promovem a aproximação de realidades diferentes”, comentou a diretora da Apae, Sueli da Silva Chiarinelli.
A iniciativa faz parte do projeto Educativa Solidária, criado ao passado com o objetivo de estimular a solidariedade entre os estudantes. Ao longo do ano, os alunos do Ensino Médio visitam diferentes entidades. Levam donativos, mas principalmente carinho e atenção.
O projeto está dando tão certo que até ex-alunos continuam participando das ações. Nesta visita à Apae, cinco alunos que já concluíram o Ensino Médio voltaram apenas para colaborar com as atividades. É o caso da estudante Gabriela Rosalen, 18 anos. “O projeto Educativa Solidária foi a melhor experiência que aconteceu na minha vida. Aprendi muito, passei as ver as coisas de uma forma diferente”, conta. “Não sabia que podia fazer alguém feliz com tão pouco. Por isto, sempre que posso participo das visitas”, comentou.
Para Ednalva Correia, professora e coordenadora do projeto Educativa Solidária, o envolvimento cada vez maior dos alunos com as ações solidárias mostra que a iniciativa está no caminho certo.
 
 
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Solidariedade: estudantes trocam sala de aula por visita a asilo e emocionam idosos de Sumaré
31/03/2017
Solidariedade: estudantes trocam sala de aula por visita a asilo e emocionam idosos de Sumaré
 
Além de muito carinho e atenção, alunos também levaram doações e presentes.
 
Os 25 idosos atendidos pela Casa de Apoio Caluz, em Sumaré, tiveram uma manhã especial nesta sexta-feira, 31, quando receberam a visita dos estudantes do terceiro ano do Ensino Médio da Escola Integrada Educativa. Os alunos levaram produtos de higiene e itens de limpeza arrecadados entre as turmas do Ensino Infantil. Também levaram presentes doados pelos professores e, principalmente, muito carinho e atenção. “Todos aqui são extremamente carentes. Alguns nunca recebem visitas. Ações como esta fazem muito bem a eles”, comentou Lucia Franco, fundadora da entidade.
Paulo Bento de Oliveira, 69 anos, é o idoso mais antigo na instituição. Sem família, foi criado em um orfanato e depois passou a viver nas ruas. Há dez anos, Paulo mora no Caluz. Nunca recebeu uma visita durante todos estes anos. Mas ontem a rotina foi diferente e ele aproveitou bastante o carinho dos alunos voluntários.
Durante toda a manhã, os estudantes realizaram atividades juntos com os idosos. As alunas assumiram o papel de manicure e fizeram as unhas das senhoras. O cabeleireiro Alex Oliveira participou da iniciativa e cortou, voluntariamente, o cabelo dos idosos. Além de mudar o visual e fazer as unhas, Maria Isabel Serrano, 94 anos, aproveitou para conversar muito com os adolescentes. “Eu gosto de conversar, gosto da alegria dos jovens. Eles deveriam vir aqui todos os dias”, disse Isabel empolgada.
A visita à entidade faz parte do projeto Educativa Solidária. Através de ações realizadas durante todo o ano, a iniciativa estimula a prática da solidariedade entre os estudantes. Vitoria Vizcaino e Julia Oliveira estão entre as alunas que participam do projeto desde o ano passado. “Em cada visita nós aprendemos algo diferente. Aqui, por exemplo, me surpreendi com a alegria da dona Isabel”, contou Vitoria.
A professora Ednalva Correia, coordenadora do Educativa Solidária, afirma que os alunos estão cada vez mais engajados com o projeto. “Acreditamos nestes alunos como adultos. São jovens cidadãos cada vez mais comprometidos em ajudar o próximo”, comenta.
 
 
 
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Autor: Ivone Moreira

  
Educação: lição de casa se rende à tecnologia e a tarefa agora é digital
28/03/2017

 
Plataforma implantada na Escola Integrada Educativa permite que estudantes façam exercícios usando apenas computador, celular ou tablet
 
A tarefa de casa agora é digital. Sem papel ou caderno. O aluno faz tudo no computador, on-line, em qualquer hora ou local. Os livros e apostilas continuam sendo usados para consultas, mas a lição é toda feita no computador, celular ou tablet. E chega ao professor pela internet.
Esta é a realidade dos nossos estudantes do Ensino Fundamental 2 (6º, 7º, 8º e 9º anos) e Ensino Médio. A tarefa digital, que está sendo implantada neste ano, chega para integrar ainda mais o universo escolar com o mundo digital. “Esta é uma geração antenada com a tecnologia. A inovação na maneira de fazer a lição de casa é uma forma de estimular ainda mais os alunos” comenta Valéria Frezzarin Faé, diretora da Educativa.
A mudança já apresenta resultados. O coordenador pedagógico Éber Alves afirma que os alunos estão mais empenhados com as tarefas de casa. “Percebemos que eles estão ficando mais tempo na escola para estudar. Estão se dedicando mais às tarefas de casa”, comenta.
A Escola Integrada Educativa montou uma sala de estudos com computadores ligados à internet. O espaço pode ser usado por todos os alunos, principalmente os que têm dificuldade de acesso à internet em casa. “No período oposto ao das aulas, o aluno pode usar a sala de estudos para fazer as tarefas e se preparar para as provas”, explica Éber. Na sala de estudos, um professor fica à disposição dos alunos para sanar dúvidas.
 
Benefícios
A tarefa digital tem uma série de vantagens. O aluno tem a resposta do exercício assim que termina. Se estiver errado, ele tem a chance de refazer. E se a dificuldade for de boa parte da classe, por exemplo, o professor é informado via plataforma. Com isto, ele pode repassar o conteúdo e eliminar as dúvidas.
 “O próprio sistema aponta as dificuldades encontradas pelos alunos, que nem sempre tiram todas as dúvidas com o professor. Mas pelo sistema o professor é informado automaticamente”, exemplifica Valéria. Além disto, o professor consegue acompanhar o tempo que o aluno se dedicou à tarefa e quantas vezes tentou resolver determinado exercício.
Através da plataforma, o estudante pode consultar diversos conteúdos, como mapas, pesquisas, artigos ou até mesmo materiais selecionados pelo professor. Os alunos do 3º ano do Ensino Médio também têm acesso a mais de 100 mil questões de vestibulares.
Aluno do 1º Ano do Ensino Médio, Felipe Mitsunori Uehara, 14 anos, aprovou a mudança. Ele diz que com a tarefa digital é possível avaliar melhor seu desempenho na escola. Para ele, outra vantagem é a flexibilidade. “Eu costumo ir para São Paulo nos finais de semana. Agora, dá para aproveitar e fazer a tarefa durante a viagem”, diz.
 
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Reestruturado, Laboratório oferece novas possibilidades de aprendizado aos alunos
14/03/2017

 
O Laboratório de Ciências, Química, Física e Biologia da Escola Integrada Educativa acaba de passar por uma grande reestruturação. Mais moderno e com novos equipamentos, o laboratório amplia as possibilidades de aprendizado aos alunos. E os estudantes já estão aproveitando esta nova estrutura com a realização de experiências em diversas atividades.
A diretora da Escola Integrada Educativa, Valeria Frezzarin Faé, explica que foi feito um grande investimento para atualizar o laboratório com o que há de mais novo na área. A estrutura física da sala também está melhor, com mais bancadas à disposição dos alunos. “São mudanças que, além de melhorar a qualidade das aulas, propiciam mais conforto durante os estudos”, comenta Valéria.
A partir deste ano, o Laboratório de Ciências, Química, Física e Biologia também conta com uma coordenadora exclusiva. É a professora Carmen Mir. Ela auxilia os professores durante as aulas e também prepara o laboratório para os experimentos. Depois das atividades, também organiza o laboratório e o deixa preparado para a aula seguinte. “Com o respaldo da Carmen antes e depois das aulas, o professor ganha mais tempo. Ele chega no laboratório e encontra tudo pronto para realizar as experiências”, comenta Valéria.
Carmen observa que as aulas têm gerado uma maior interação entre os alunos. “Ao dividir uma bancada, produzir experimentos, eles trocam experiências, compartilham informações e isto é muito bom para o crescimento e para a
convivência entre eles”, aponta. A dinâmica contribui para o aprendizado além do estudo de ciências. Carmen é formada em Ciências Biológicas pela Unicamp e defende mestrado em Ensino de Ciências e Experimentação pelo Instituto de Genômica e Proteômica da Unicamp.
 
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Autor: Ivone Moreira

  

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